Como Passar em Concurso: Técnicas de Memória

Amanhã, dia 2/07, a partir das 8:35h, vai estar disponível o artigo sobre Como Passar em Concurso: Técnicas de Memória. Só clicar sobre o link.

Fica também a pergunta sobre o que mais vocês gostariam de saber, algum outro tópico ou alguma coisa que já coloquei e querem que eu explique com outras palavras? Só deixar comentário neste post.

Abraços e boa sorte a todos!

Como Passar, Dicas: Organizando o Tempo

Já passou pela experiência de estudar por horas e horas e parecia que, embora no começo estivesse entendendo o que estava ali, depois de um tempo tinha que ficar relendo o mesmo parágrafo por 3, 4 ou mais vezes até entender? Ou então se forçou tanto a estudar que depois não conseguia fazer mais nada de tão cansado mentalmente?

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Não faz muito tempo que estava ouvindo um expert em treinar atletas falando sobre um dos maiores jogadores de tênis da época, 3º lugar no ranking mundial, que não conseguia de jeito nenhum alcançar o 2º lugar, muito menos o primeiro. Viram e reviram os jogos dele e dos dois à frente dele várias e várias vezes e, a princípio, tinham a mesma capacidade técnica e física. Até que acharam uma diferença.

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>>> Leia aqui a matéria na íntegra.

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Como Passar, Dicas: Melhorando a Capacidade do Cérebro e mais.

Sempre parece que quem se dedica aos estudos para passar em concurso sofre com um desses 3 pilares da nossa vida. Ou não temos tempo, ou não nos sentimos bem como poderíamos estar ou acabamos por nos isolar para concentrar a atenção no concurso.

O que muita gente não sabe é que existem 3 outros pilares essenciais, e que se relacionam com praticamente tudo o que fazemos, seja um bom trabalho, se relacionar bem com os outros ou estudar. Na verdade são três formas de energia que se relacionam com a sua mente, com as suas emoções e com o seu corpo, e saber como melhorar em qualquer um deles pode melhorar seu desempenho em todas as áreas da vida.

Você já pode ter notado isso antes, de vez em quando estamos tão cansados que só conseguimos deitar e dormir, outras vezes queremos algo mas simplesmente não fazemos ou então fazemos de forma desordenada que não trazem, nem de perto, os resultados que gostaríamos de ter. Estava faltando uma dessas energias. São elas: energia física, força de vontade e intenção. E por intenção quero dizer a atividade consciente, dirigida intencionalmente.

Depois de muitos estudos e experimentos descobri que, na média, o ponto em que temos maior força de vontade é logo depois de acordarmos. Não tivemos que lidar com problemas, pessoas ou situações difíceis, estamos descansados e ‘prontos’. Essa, então, é a melhor hora para se pra começar algo importante e/ou difícil. E nada melhor do que começar exatamente aumentando a capacidade nessas 3 áreas.

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>>> Leia aqui a matéria na íntegra.

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Como Passar: Indo Além

“João se inscreveu em um concurso público e ficou preocupado com, se passar, quando que o chamariam.” Parece familiar? Já ficou preocupado em estar com uma boa colocação para ter a chance de ser chamado, só para depois se perguntar quando isso ocorreria? Isso é o que iremos tratar hoje, deixando essas preocupações para trás e conquistando nossos sonhos.

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Passar em um concurso é uma experiência excepcional, principalmente se é para um lugar que realmente queremos estar. Temos vontade de celebrar como se celebra um gol da Seleção Brasileira. Mas ir além e realmente conquistar uma colocação invejável, isso foi um dos presentes que ganhei ao aprender com o Juiz que comentei no último blog. (“Como Passar, Dicas: Vencendo o Desânimo”)

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>>> Leia o resto da matéria aqui.

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Como Passar, Dicas: Vencendo o Desânimo

Pra muita gente o primeiro desafio a vencer é o desânimo. Ele assume muitas formas, que vão desde simplesmente estar fazendo outras coisas, passa por não sentir vontade de estudar e até ativamente criticar os estudos de forma negativa. Algumas assumem formas criativas e até motivam a fazer outras coisas que estava protelando. Vamos então explorar um pouco este cenário.

O primeiro ponto a se pensar é se as principais razões para estudar são internas ou externas. Por externas quero dizer por que a esposa ou marido, namorada(o), família ou chefe estão pressionando para isso. Se as razões externas são as únicas, ou muito mais fortes que as internas, não nos sentimos bem em estudar, e isso afeta nossa performance. O melhor aqui é refletirmos sobre as nossas próprias razões para passar no concurso, refletirmos no que acreditamos e no queremos para nós mesmos.

Essa é a grande importância do exercício no. 1. Se rever as suas razões não traz a determinação de fazer, ou pelo menos uma tranqüilidade para estudar, está na hora de refazê-lo. Observe as emoções que cada razão evoca em você. Muitas vezes requer-se um pouco de criatividade, como tratar o concurso presente como se fosse um ‘simulado’ pro concurso que você realmente quer ou apenas uma etapa para chegar aonde você deseja. Pode também ser necessário rever tudo, procurar orientação vocacional ou de outra forma descobrir o que mais lhe atrai. Estar fazendo algo que se ama e se acredita é a recompensa.

Outras vezes sabemos que não está ligado a ser ou não o que queremos, mas nos sentimos desmotivados. Quer seja por acharmos que está demorando muito ou que os que passam são diferentes de nós, ou outra razão, saiba que todos nós passamos por dificuldades. Uma vez ouvi que a razão de termos problemas é por que nascemos, se não tivéssemos nascido não teríamos. Nesse ponto o melhor é levar o exercício 5 um pouco mais além. Ao invés de simplesmente querer saber o que fizeram para passar, procure conhecer essas pessoas como seres humanos e fazer amizade com eles.

Quando fui trabalhar com um Juiz Federal em muitos pontos considerava ele um verdadeiro exemplo, e por meses foi assim. Era um crânio, dedicado, tinha uma esposa absurdamente linda (pense capa de revista), procurava entender os outros e fazer uma diferença – melhorar nossa sociedade. Mas o cotidiano me mostrou que ele também tinha problemas, algumas vezes bem parecidos com os meus.

Por fim deixo uma pergunta para reflexão: daqui a 20 anos, se você olhar pra trás e ver tudo o que fez, o quê você dirá pra si mesmo? Se não está completamente satisfeito o momento para mudar isso é agora.

Como Passar: Notas de Rodapé e Entendimento

Obs.: Se você ainda não leu, leia o primeiro artigo desta série aqui.

    Entendimento

Você pode notar que coloquei que “como regra geral se marcar mais da metade então o que não devia ser marcado foi.” Sem dúvida é uma boa regra geral, que deve ser adaptada a cada caso. Apostilas de cursinhos e livros de resumo normalmente são mais densos e podemos eliminar poucas coisas. Já materiais que exploram a fundo um tema podemos eliminar muito mais.

Veja como exemplo 2 livros sobre o mesmo tema: um é um resumo de 120 páginas, outro é praticamente uma bíblia do assunto com quase 1000 páginas. No primeiro marquei entre 50% e 70% do conteúdo, enquanto no segundo de 20% a 30%. O que acontece é que em um caso o equivalente a 70 páginas são necessárias para que se domine aquele assunto, as 50 restantes não apresentam impacto algum, assim como no outro o equivalente a cerca de 250 páginas trazem tudo o que eu preciso saber naquele momento. Os ganhos são óbvios.

Você pode estar se perguntando como é possível cortar 50 páginas de um resumo de 120. A resposta é simples, muito do abordado é tão básico que se infere (se subentende) do resto, ou então não conseguiria esquecer nem que tentasse. No outro caso é diferente. Geralmente livros de 1000 páginas contêm tantos detalhes que a maioria não é necessária. São materiais que apresentam diversos posicionamentos – digamos 3, o pró, o contra e o conciliador – e você precisa saber apenas o mais aceito (que será cobrado na prova), sem contar que exploram cada um sob diversos ângulos e só o que mais favorece a compreensão deve ser marcado. Com isso se reduz em muito o que realmente deve ser estudado.

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    Notas de Rodapé

Muitas pessoas ignoram as notas de rodapé. Fui uma delas por muitos e muitos anos até que perdi questões exatamente por isso. Nem todos os materiais incluem essas notas mas se têm, elas podem ser um salva-vidas.

De fato, mesmo agora que tenho o costume de lê-las, na maior parte não adicionam nada. Tenha em mente qual é o seu objetivo: se é passar em um concurso, então as importantes são apenas aquelas que contribuem pra isso. Pra não perder muito tempo, prestar ‘atenção’ apenas na 1ª fase de leitura, o reconhecimento.

Coloquei atenção entre ‘’ justamente por que no reconhecimento não nos preocupamos muito com nada, isso é tarefa pra 3ª fase e não aqui. Então lemos as notas como todo o resto do texto, mas com uma diferença: já na primeira fase marcamos, de forma simples e diferentemente das outras marcações, quais notas leremos na 2ª fase, que é a de entendimento e marcação propriamente dita.

Não subestime a importância delas. Muitas vezes substituí inteiramente a página acima pelo parágrafo da nota por que me ajudava mais a entender o conteúdo. São casos raros mas que facilitam a nossa vida.

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Terceiro Passo

Como ler a fim de tirar o máximo de conteúdo.

Obs.: se ainda não leu, leia o 1º texto desta série aqui.

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A gente pega um texto e começa a ler. Logo aparece uma parte que precisamos voltar e ler novamente. Depois surgem várias repetições e a gente se pergunta por que está lendo isso de volta, mas está no texto então lemos. E, claro, se temos tempo e o assunto é importante, repetimos isso 2, 3 ou mais vezes.

Toda essa atividade consome tempo. Toda vez que temos que voltar e reler uma parte de um texto estamos dobrando o tempo necessário, e quando passamos pelas repetições do que já entendemos estamos desperdiçando tempo. Quando se soma todo o tempo ‘extra’ usado vemos que poderíamos ter estudado 2 textos se não fossem esses problemas, e não é possível voltar no tempo para recuperarmos o que perdemos.

Que tal evitarmos isso então? Embora não se possa eliminar completamente as repetições que freqüentemente aparecem em livros e outros materiais didáticos, diminuir isso é acessível, assim como eliminar o vai e volta ao ler. O que aprendi com pesquisa científica é bem fácil de entender e consiste em: 1) reconhecimento; 2) entendimento; e 3) reforço.

1)                           Reconhecimento. A primeira leitura que se faz é a descomplicada e direta. Nesta parte não há preocupação em entender nada, apenas identificar quais são os tópicos tratados em cada capítulo. Se simplesmente lemos o título de cada capítulo – e muitos deles descrevem o que vai ser tratado – isso não significa nada. Não temos idéia de como isso é tratado nem se isso vai ser melhor explorado em outra parte. Mas quando lemos sem compromisso obtemos uma idéia geral do que significa aquilo. À primeira vista pode parecer um desperdício ler sem procurar realmente entender, mas se lembrarmos que a estratégia é ter isso na ponta da língua pra hora da prova essa sem dúvida é a melhor tática. Mais uma vez começar devagar gera mais resultados a longo prazo e não há melhor teste disso do que a prática. Sem contar que ao ler sem ficar indo e voltando no texto, sem a preocupação, é uma experiência mais tranqüila e agradável, propícia para que a gente absorva melhor o conteúdo. É até contraditório que quando a pessoa não se preocupa em entender ela aumenta suas chances mas o melhor teste é a prática: tudo o que eu escrever aqui teste, veja os resultados por si mesmo.

2)                           Entendimento. Nesta fase já sabemos, mais ou menos, o que o autor quer transmitir e a nossa tarefa é identificar as idéias centrais do texto. E a melhor ferramenta para essa segunda leitura é uma caneta marca-texto. Na estrutura da língua portuguesa cada parágrafo tem que ter uma idéia central, mas muitos parágrafos são supérfluos e a idéia que está neles ou é repetida ou não nos ajuda, e esse é um erro muito comum que vi muitas pessoas fazerem ao acharem que tudo o que está ali é importante e acabam marcando tudo. O fato é que a redação muitas vezes se alonga por diversos motivos: a repetição com outras palavras – que inclui numa parte explicando e noutra exemplificando – a torna mais suscetível de ser memorizada (mesmo quando já memorizamos), é mais longo para dar a aparência de ser bom, desce a detalhes inúteis e etc. Como regra geral se marcar mais da metade então o que não devia ser marcado foi.

3)                           Reforço. Agora é hora de se ler apenas o que foi marcado. Este ponto é muito importante e serve para vários objetivos. Um primeiro objetivo é verificar se marcamos corretamente na fase anterior. O que o autor queria lhe transmitir está no que foi marcado? Em segundo lugar podemos identificar o que é de fácil entendimento e o que não é. Geralmente faço uma segunda marcação nos pontos que podem gerar confusão ou são mais complicados. Algumas pessoas usam uma cor diferente, outras sublinham, eu coloco um sinal de + ao lado. E ao fazermos isso temos um material perfeito para uma revisão de véspera, já que é muito mais curto e rápido que o original. O terceiro objetivo é justamente esclarecer qualquer ponto que não tenha ficado claro. De vez em quando precisamos escrever nas bordas ou fazer referência a outra parte do texto, ou até mesmo procurar outro material que explore melhor aquela idéia. Se o conteúdo pode sofrer atualizações podemos inclusive cortar parágrafos que não se aplicam mais – volta e meia nos meus livros tem um parágrafo riscado e ao lado ∄ (não existe) – ou adicionar algo.

Enfim, pode parecer que demora mais mas a prática me mostrou que acabo usando menos tempo a longo prazo e compreendo melhor. Sem contar que se precisar do mesmo material novamente isso fica extremamente rápido. De forma concisa: 1º “passar os olhos”, 2º “onde está o que eu preciso”, 3º “extrair pra você o que é importante”. Mais uma vez, não acredite no que está aqui mas verifique por si mesmo. Tenho certeza que vai gostar dos resultados.

Antes de mais nada quero lhe desejar boa sorte e muito sucesso. Nos próximos blogs vou examinar dicas, adicionar ao que já foi dito e contar mais sobre as pessoas de maior sucesso com quem tive contato.

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Segundo Passo

Descobrir o quê estudar em qualquer área.


Obs.: se você ainda não leu, leia o 1º texto da série aqui.


Já passou pela situação de estudar e estudar, com todo empenho, e numa prova cair uma questão que você nunca viu na vida? Ou então ter certeza que a resposta era uma só pra percerber que, quando saíram os resultados, não era aquilo?

O objetivo agora é ter certeza que o cair na prova você sabe, e sabe a resposta correta. É uma situação completamente diferente ir fazer o teste sabendo que está armado com o conhecimento certo para enfrentar tudo o que vier pela frente. E a primeira vez que dei um passo nessa direção foi totalmente por acaso.

Tinha acabado de ouvir a palestra de uma jovem de 26 anos que passou no concurso pra Juíza Federal apenas 4 meses antes, e havia tomado posse havia 2 meses. Ela estava exatamente na posição que eu queria estar, era o meu sonho bem ali na minha frente. Claro que tive que ir falar com ela. E entre perguntas como “o que está achando?”, “como é o trabalho?” e “que lugar você tirou?”, eu fiz a pergunta mágica: “Quais livros você sugere pra eu estudar pra esse concurso?”

Eu ainda estava na faculdade e a resposta dela virou furacão entre todos os meus colegas que queriam a magistratura. Instantaneamente todos correram pra pegar caneta e papel e começaram a anotar tudo o que a Juíza falou. Uma colega minha, muito querida por sinal, que foi a primeira a pegar papel e caneta hoje está na AGU (Advocacia Geral da União).

Claro que não parei por aí. Depois disso comecei a fazer a mesma pergunta para todos os profissionais que tinham relação com o meu sonho. O mais interessante é que, alguns eram tão bons nos assuntos que perguntei que imediatamente me perguntavam “Você quer para estudar pras provas [da faculdade], exercer advocacia, concursos, ou fazer sentenças?” Eu fiquei abismado com isso. E ainda mais quando isso começou a se repetir com várias pessoas diferentes. Como eles podiam saber tanto que sabiam exatamente qual livro pra cada situação? Eu sabia que havia descoberto uma mina de ouro.

Ex. 5.

Então mãos à obra. Identifique quem está na situação que você quer chegar, seja funcionário de banco, órgão público ou quem passou no vestibular que você quer. Outras pessoas a identificar é quem costuma fazer as provas de concursos e pessoas extremamente cultas nas áreas que você quer aprender. E vá falar com elas! Existem vários meios: ver as convocações de aprovados e ir naquela data e hora pra conversar com os aprovados, chegar em um órgão público e perguntar quem passou recentemente, ou mesmo no RH desses lugares e mandando mensagens via Orkut/twitter/etc. Seja humilde e se puder fazer algo por eles, melhor ainda.

Feitos esses exercícios você pode desfrutar de maior motivação, menos esforço e melhor compreensão exatamente da matéria que você precisa. Só falta uma coisa, reduzir o tempo que se passa estudando. Claro que ainda é preciso bastante tempo estudando, pelo menos até podermos fazer “download” de conhecimento como no filme ‘Matrix’, mas isso não significa que não podemos cortar várias horas de estudos com as técnicas certas. No próximo blog vou apresentar as melhores técnicas que aprendi para reduzir o tempo que passo estudando e não só mantendo, mas muitas vezes aumentando ainda mais a compreensão.

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Clique aqui para ver a continuação desta série.

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Água de Coco para curar a Ressaca

Verdade seja dita, não queria escrever mais um blog hoje. A idéia inicial era 1 blog por dia ou 2 dias. Mas o que eu vi agora eu queria que alguém me dissesse décadas atrás. Não bebo muito fazem anos, e o motivo é justamente os porres que tomei na adolescência. Mas a gente gosta de uma cervejinha, da cachaça ou whisky, um bom vinho, e a caipirinha é nossa.

A dor de cabeça que acontece, e que chamamos de ressaca, é causada pela desidratação. O álcool é um excelente diurético e, além disso, vomitar também causa a perda de líquido e sais minerais. Já viu alguém de manhã com uma garrafinha de água pra lá e pra cá? Então, hidratar é essencial nessa hora.

Diferentemente da água pura, a água de coco tem sais minerais e glicose que ajudam a recuperar o corpo. Nesse sentido as bebidas isotônicas como Gatorade também são uma boa pedida, afinal são feitas para reporem o que o corpo perdeu durante o exercício.

O que mais me chamou atenção, no entanto, é que a água de coco tem os 5 eletrólitos que são encontrados no nosso sangue, enquanto o gatorade tem apenas dois. E, pasmem!, água de coco já foi usada intravenosamente quando os fluidos tradicionais não estão disponíveis.

Então que tal deixar umas garrafas de água de coco na geladeira enquanto comemora os jogos do Brasil?

Fontes: Revista Time / Stumbleupon.com; Jornal de Pediatria

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Primeiro Passo (cont.)

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Como se preparar para o estudo de forma a estudar menos e ter melhor compreensão, Parte 2.


Obs.: se ainda não leu, leia o 1º texto da série aqui, ou o 2º aqui.


Uma coisa que me chama atenção quando começo a fazer academia é o fato do orientador que está ali sempre dizer que se deve começar devagar. Sei que nós, seres humanos, queremos as coisas pra agora, mas não é assim que funciona. O interessante é quando comecei a levar isso pro campo dos estudos.

Eu notei que, todas as vezes que começava a estudar simplesmente por começar e continuava nunca foi muito da primeira vez. De vez em quando nem era com o estudo propriamente dito, mas olhando notícias sobre o tema ou discutindo isso com os amigos. Talvez você já tenha passado por essa situação: tinha que fazer uma peça, um despacho ou uma prova na faculdade por exemplo e começou a conversar sobre isso com alguém. Logo surgiu algo que ou você ou a outra pessoa teve que procurar num livro ou noutro material e então vocês dois estavam lendo sobre o assunto… ou seja, estudando!

Pode ter sido na mesma hora, pode ter sido alguns dias depois, mas o fato é que isso acontece. Existem mecanismos que nos levam naturalmente a estudar. Quer seja uma dúvida, uma curiosidade ou uma necessidade, o importante é estarmos atentos a o que nos faz estudar de forma natural, sem esforço. Digo sem esforço por que na maioria das vezes a conversa foi legal, fluía, e quem sabe até tinha humor.

Quer dizer então que sempre que queremos estudar devemos conversar sobre isso? De certa forma, sim! Se esta é a sua estratégia para se estimular, e a maioria das pessoas se interessa mais pelo que pode conversar com as pessoas, então a use. Mas mais do que isso, se envolva com o assunto. Procure o que você considera certo ou errado, ou interessante, ou que gere dúvida ou polêmica. Imagine como as pessoas podem usar o que você está lendo.

Alguns assuntos são menos propensos a conversas, claro, mas mesmo assim ainda se pode conversar. Lembro que após minha primeira faculdade fiquei muitos anos sem ver nada de matemática e então resolvi fazer outro vestibular. No primeiro dia desci à sala de estudos do cursinho e tentei resolver um problema simples, mas havia esquecido como fazer um mínimo múltiplo comum. Perguntei pra um estudante como se fazia aquilo e ele me olhou como se eu fosse um E.T. Preciso dizer que (re)aprendi rapidinho?

Da mesma maneira querer ficar por horas estudando quando já fazem meses ou anos que não estuda não funciona. Comece devagar, apenas 15 minutos. Sei que, na academia, posso levantar muito mais peso que o instrutor me passa, mas se tentar fazer 3 séries de 10 repetições com o peso máximo que consigo meus braços vão ficar doloridos por alguns dias. E se continuar indo apenas pro máximo uma hora vou desistir disso, afinal quem gosta de ficar com dor o tempo inteiro? Então se trate bem, comece uns dias antes só pra “aquecimento”. Pra se acostumar com outro ritmo que é o de estudos.

Ex. 2.

Pense em alguma parte do que você quer estudar que pode gerar uma conversa interessante ou que você tenha dúvida e converse sobre isso por pelo menos 10 minutos, seja com 1 pessoa ou divido entre várias.

Ex. 3.

Se ainda não começou, separe 15 minutos todos os dias por 1 semana para estudar. Não se preocupe em realmente aprender nada durante esse tempo, use apenas pra se acostumar ao ritmo.

Se já começou (parabéns!) veja se pode aumentar o tempo de estudo em pelo menos alguns minutos. Pode, inclusive, ser com pesquisa na internet – após o estudo normal!

Ex. 4.

Se envolva! Use a imaginação, pense em como se pode usar isso na vida real, se alguma pessoa que você admira usa isso ou como você mesmo poderia usar em alguma situação. Tente se imaginar achando o assunto que está estudando a coisa mais interessante do mundo. Finja que é um ator ou atriz e seu personagem ama isso.

Fazendo esses exercícios você poderá notar que ficou mais fácil estudar e sua capacidade de reter o que estudou já aumentou. E mesmo as pessoas que têm um bom começo muitas vezes acabam dedicando seu tempo em leituras que não ajudam muito. São vários livros e fontes diferentes, de autores diferentes. Confira no próximo blog como ter certeza que o que você está estudando é o melhor e vai trazer mais resultados.

Clique aqui para ver a continuação desta série.

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